Azulejos do Bombarral – Portugal.


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Créditos da foto: lifecooler.com.

Olá vaidoso’s 😉

Como correu a vossa semana, agitada ou tranquila?

Neste início de fim-de-semana, sentado no meu escritório à secretária, convido-vos a uma viagem “virtual”, até ao Bombarral. Iniciamos a nossa viagem até ao Bombarral, concelho onde cresci, uma vila portuguesa do distrito de Leiria, situado na província da Estremadura e integrado na região Oeste.

Bombarral é sede de município, limitado a norte pelo município de Óbidos, a nordeste pelas Caldas da Rainha, a sueste pelo município do Cadaval e a sudoeste, pela Lourinhã. Deste concelho, fazem parte as freguesias do Carvalhal (onde foi gravada a série Bem-Vindos a Beirais”), Roliça, Bombarral e Vale-Covo.

Foi a linha férrea do Oeste, a 01 de Agosto de 1887, a principal impulsionadora do desenvolvimento agro-industrial da vila. A base económica do concelho e o modus operandi das suas gentes, simples e humildes, baseia-se numa agricultura minifundiária, na qual se destaca a produção do vinho, da pêra-rocha e produtos hortícolas.

Um dos cartões de visita do Bombarral, inicia-se na estação ferroviária da sede de concelho, com a reprodução de azulejos magníficos da década de 1930, com imagens de trabalhos na vinha.

É também, na estação ferroviária do Oeste, no Bombarral que existe um depósito de água do século XIX, o mais antigo de toda a linha férrea do Oeste. Este depósito de água servia para o abastecimento das locomotivas movidas a vapor.

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Créditos da foto: José Manuel Vieira, Bombarral.
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Créditos da foto: Mário Vasa, foto-Jornalista, Gazeta das Caldas.

Um pouco por toda a vila, encontramos azulejos lindíssimos pelas ruas, jardins ou nos edifícios.

No centro histórico da vila, próximo aos Paços do concelho, encontramos e podemos visitar a imponente casa onde viveu Abel Pereira da Fonseca, na Quinta das Cerejeiras. É um ex libris desta vila centenária, marcando uma época áurea da arquitectura portuguesa da primeira metade do século XX.

Nesta Quinta encontramos também a Capela Madre de Deus, que remonta ao século XVI, com as paredes e abóbada forradas com azulejos do século XVII. Ainda que particular, foi elevada a Igreja Matriz da Vila, depois de um incêndio ter destruído a igreja matriz.

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Créditos da foto: Quinta das Cerejeiras – VinhosDoSanguinhal.pt.
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Créditos da foto: Quinta das Cerejeiras – VinhosDoSanguinhal.pt.
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Créditos da foto: Quinta das Cerejeiras – VinhosDoSanguinhal.pt.
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Créditos da foto: Quinta das Cerejeiras – VinhosDoSanguinhal.pt.

O que acharam deste roteiro “virtual”, pela terra vinícola do Oeste?

Muito mais há a descobrir. Deixa o teu comentário e partilha este artigo pelos teus amigos.

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